Sites institucionais e landing pages
Site que explica o que a empresa faz e transforma visita em contato. Rápido, responsivo, com SEO desde a estrutura, sem depender de plugin que quebra na próxima atualização.
A maior parte dos softwares que a empresa abandona não falhou por causa do código. Falhou porque ninguém mapeou como o trabalho acontece antes de construir a tela.
Site que explica o que a empresa faz e transforma visita em contato. Rápido, responsivo, com SEO desde a estrutura, sem depender de plugin que quebra na próxima atualização.
Quando a planilha não dá mais conta e o software de prateleira não encaixa. Painéis de acompanhamento, cadastros, fluxos de aprovação e relatórios feitos para o seu processo.
Aplicações que rodam no celular da equipe ou do cliente, para uso em campo, apontamento, checklist e consulta rápida fora do escritório.
Indicadores que a empresa consegue acompanhar de verdade, alimentados pelos dados que ela já gera, sem exigir digitação em duplicidade.
Empresa de transporte de passageiros, com contratação constante de motoristas, mecânicos e pessoal administrativo. O processo seletivo vivia entre planilha, e-mail e conversa de WhatsApp.
Ninguém conseguia responder três perguntas simples: em que etapa está cada candidato, há quantos dias ele está parado ali, e quem é o responsável por destravá-lo.
Currículo chegava por vários canais e se perdia. Quando surgia vaga parecida meses depois, a busca recomeçava do zero, mesmo já tendo passado gente qualificada pelo processo.
Candidatos por etapa
O ganho não foi tecnológico, foi de visibilidade. O processo seletivo continuou sendo feito por pessoas, com as mesmas etapas de antes. O que mudou é que passou a caber em uma tela: quem está onde, parado há quanto tempo e esperando decisão de quem.
É o tipo de sistema que só sai bem quando quem desenha entende o processo. Aqui, foi o mesmo profissional que fez as duas coisas.
Antes de qualquer tela, mapeamos como o trabalho acontece hoje: quem faz o quê, onde trava, o que já está em planilha. Software que automatiza processo bagunçado só acelera a bagunça.
Definimos o escopo do que resolve o problema, e o que fica de fora da primeira versão. Você aprova telas e fluxo antes de existir código.
Entregas parciais e funcionais, para você ver e corrigir cedo. Ninguém descobre no fim que entendeu diferente.
Treinamento da equipe, ajuste no uso real e correção do que aparecer nas primeiras semanas. Sistema que ninguém usa é dinheiro parado.
Depende do escopo, e por isso não trabalhamos com tabela. Um site institucional de poucas páginas é um projeto; um sistema interno com regras de negócio é outro. O orçamento sai fechado, por escrito, depois de uma conversa em que o escopo fique claro.
Um site institucional costuma ser questão de semanas. Um sistema interno depende da complexidade do processo e do número de fluxos. Definimos o prazo junto com o escopo, e entregamos em ciclos para você acompanhar o andamento.
O sistema e os dados são da empresa contratante. Definimos juntos onde hospedar e entregamos o acesso. Você não fica preso a um fornecedor para conseguir mexer no que é seu.
Sim, e ela é combinada à parte, com escopo definido. Correção de erro é uma coisa; incluir função nova é outra, e cada uma tem seu tratamento.
Porque o problema raramente é só técnico. A maior parte dos sistemas que não pegam falhou no desenho do processo, não no código. Aqui o mesmo profissional que analisa a operação participa da definição do que o sistema precisa fazer.
Não precisa chegar com a solução pronta. Descreva o problema e a gente desenha o caminho junto.
Antes de falar em tecnologia, vale entender onde o processo trava. Essa conversa é gratuita.